Com apenas doze dias de governo, Michel Temer enfrenta sua primeira grande crise.

por: Franklin Couto
atualizado às: 01h59

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FOTO- Senador Romero Jucá
Brasil – Com apenas doze dias de governo, o presidente interino Michel Temer ( PMDB ) já enfrenta sua primeira crise.
Em conversa grampeada antes do afastamento da presidente Dilma ( PT ) , o senador e ministro do governo Temer – Romero Jucá, também do PMDB – demonstra que o processo de impeachment foi resultado de articulação política, e que a operação lava jato deveria ser interrompida para que fosse contida a “sangria” que vem causando.

Já o PSDB, detentor de três ministérios no governo Temer, foi mencionado na conversa no momento em que o ministro afirma que a ficha já havia caído para a possibilidade de queda caso a operação lava jato prossiga. Nomes fortes no partido como os dos senadores da república Aloísio Nunes e Aécio Neves foram mencionados como os próximos na mira da operação.

De fato a política brasileira vem sangrando dia após dia com essa disputa sórdida do poder pelo poder. Ironicamente percebemos que as mesmas pessoas que discursaram nos plenários da câmara dos deputados e no senado federal, a pouco mais de duas semanas, são infinitamente piores do que o governo deposto por eles próprios.
Já dizia a máxima popular: o PSDB é o PT com segundo grau!
Já o PMDB… Ah, esse PMDB…

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